A Tradição e Magistério da Religião das TJ®

A Tradição e Magistério da Religião das TJ®

22 de julho de 2020 Corpo Governante TJ tradição e magistério 0

A Ig. Católica tem três fontes de “palavra de Deus”, conforme pode ser visto no Catecismo que apresenta, além da Bíblia, a:

– Tradiçãoaquilo que, em especial, os Papas ensinaram ao longo dos séculos (ensinos que também são considerados “palavra de Deus”) – e o

– Magistério – que é o direito/dever de dizer o que “as palavras de Deus” (Bíblia e Tradição) realmente têm a dizer, em tudo aquilo que dizem.

Vejamos isso nas palavras do próprio Catecismo (de 1994 -grifos acrescidos):

“Fica, portanto, claro que segundo o sapientíssimo plano divino, a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal modo entrelaçados e unidos, que um não tem consistência sem os outros, e que juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas.” p. 38, #95

“De acordo com a doutrina Católica, a Tradição da Igreja e o Magistério são tanto a Palavra de Deus como as Escrituras escritas”. p. 35, #82

Ao se afirmar que as 3 fontes são “palavra de Deus”, algo muito evidente deveria ocorrer:

As fontes de “palavras de Deus” nunca poderiam se contradizer.

Isso nos garante a lógica:

um ser perfeito não pode se contradizer;

e a Bíblia (que confirma a lógica):

Deus não é Deus de confusão
1Co.14:33

Não obstante, as contradições existem e tanto existem que o Catecismo já antecipa uma solução (bem óbvia): o Magistério, que é fonte de “palavra de Deus” por permitir a correta compreensão das duas outras fontes, acaba as harmonizando quando entram em choque entre si, assim, o Magistério também acaba servindo de “arbitro” entre as fontes, a fim de “acabar” com a contradição. Vejamos o que o Catecismo afirma sobre isto:

“O ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita [Bíblia] ou transmitida [Tradição] foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo, isto é, aos bispos em comunhão com o sucessor de Pedro, o bispo de Roma.” p. 36, #85

Este enunciado, claramente, dá ao Magistério a palavra final sobre as demais fontes, seja individualmente (quanto informa o que cada uma quer dizer, quando não há conflito entre elas) seja quando entram em conflito, a fim de harmonizá-las.

            Estou certo que qualquer TJ, assim como o CG, entende ser um absurdo este sistema Católico, absurdo revelado:

pela existência de fonte diversa de autoridade, além da Bíblia,

pela contradição entre as fontes (o que revela que Deus não é a fonte de nenhuma das fontes extra bíblicas),

pela prevalência de fonte extra bíblica, quando em conflito com a Bíblia.

pela obrigação dos católicos aceitarem as interpretações e harmonizações do Magistério por mais que contrariem tanto a Bíblia quanto a lógica.  

Mas será que na religião das TJ a realidade é diferente desta?

Vejamos:

Têm as TJ um – Magistério?

Sem qualquer sombra de dúvida, a religião das TJ têm “Magistério”, pois, basta olhar para a história das TJ para notar que a Bíblia só tem valor (aliás, são não é um livro perigoso) quando alguém ou alguns têm a atribuição, divinamente outorgada, de:

  dizer o que a Bíblia tem a dizer  em tudo o que ela diz.

Desde o início do movimento que culminou no surgimento das TJ, quando CT Russell teria “restabelecido o verdadeiro evangelho”, tal restaurador já afirmava (na Sentinela de 15/9/1910) coisas como:

“O plano de ler doze páginas dos Estudos das Escrituras a cada dia, tentado por muitos, resulta em mais estudo bíblico do que de qualquer outra maneira que conhecemos”. (…)

Obs – Os “Estudos das Escrituras” foram livros escritos por Russell e que correspondem, hoje, àquilo que representa as literaturas do CG.

“Ademais, não só descobrimos que as pessoas, ao estudarem apenas a Bíblia, não podem discernir o plano divino, mas, também descobrimos que, se alguém puser de lado os Estudos das Escrituras, (…), indo somente à Bíblia, embora entenda a Bíblia por dez anos, a nossa experiência mostra que dentro de dois anos ficará em trevas. Por outro lado, se tivesse simplesmente lido os Estudos das Escrituras, junto com as suas referências, e não lesse uma página da Bíblia sequer, esse alguém estaria na luz no fim de dois anos, porque teria a luz das Escrituras.” (este trecho, já traduzido, também pode ser visto na S.15/8/64, no último parágrafo da p. 511).

Como se vê, sem os escritos de  Russell, a Bíblia conduz às trevas!

Na época em que o segundo presidente da STV (J.F. Rutherford) substituiu a Russell (após a morte deste) e assumiu o encargo de “dizer o que a Bíblia diz”, surgiu na revista “The Golden Age” (atual – Despertai!) de 27/7/1927, p. 700 a seguinte pergunta:

Será que a leitura da Bíblia, digamos, sete vezes, nos dará um claro conhecimento da verdade?

e como resposta:

Não. Existem vários outros requisitos para além da leitura sequencial da Bíblia para se chegar ao conhecimento da verdade. (…)

Após citar II Tm. 3:1 a 7 (que fala sobre aqueles que estão sempre aprendendo mas que nunca podem chegar o conhecimento da verdade) continua a resposta:

“Os requisitos para entender a Bíblia são: reconheça Cristo Jesus como seu Salvador pessoal, fazer uma consagração completa e sem reservas de fazer a santa vontade de Deus e seja justificado e gerado pelo espírito santo.” (…)

Obs – Como se vê, apenas os “ungidos” (gerados pelo Espírito) são capazes de entender a Bíblia (pelo menos era este o “alimento no tempo apropriado” “enviado por Jeová” em 1927).

Continua a resposta:

“Deve-se desejar de coração conhecer a verdade, deve estudar a Bíblia topicamente, e outras literatura, que estejam em harmonia com a Bíblia.

E quais literaturas seriam estas? A sequencia da resposta, responde:

A mais valiosa literatura para fazer alguém entender a Bíblia é publicada pela Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia.

Obs – A referida Associação é equivalente à “Sociedade Torre de Vigia”. Continuando:

“Esta literatura é uma compilação em tópicos de TODAS as doutrinas da Bíblia.”

E para encerrar, mas uma “verdadeira mentira” (notar o verbo no passado, abaixo, referente a “TODAS as doutrinas da Bíblia” (mencionadas acima)

Milhares de pessoas por toda a Terra foram capazes de entender a Bíblia pela primeira vez após ler esta literatura.

Na realidade, o que ocorreu foi que milhares de pessoas morrem achando que conheciam todas as verdades bíblicas (algo que as TJ vivas, mais de 90 anos depois de 1927, neste ano de 2020, ainda não conhecem)!

Como se vê, a realidade na época de Rutherford permanecia a mesma da época de Russell , afinal, não obstante Jeová ter afirmado (9 versos abaixo do texto bíblico citado pela revista para “comprovar” que a Bíblia é insuficiente) que:

16Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, 17 a fim de que o homem de Deus seja PLENAMENTE COMPETENTE, COMPLETAMENTE EQUIPADO para toda boa obra.

Sem estar “equipado” com a literatura do CG, a Bíblia não é só inútil ela é perigosa, pois, conduz às trevas!

Será que mais recentemente a “luz brilhou mais e mais” para finalmente as TJ notarem que a Bíblia mantém o homem plenamente completamente competente e completamente equipado? Vejamos:

18 NATURALMENTE, a leitura da Bíblia não deve substituir seu uso da excelente matéria de estudo providenciada por meio do “escravo fiel e discreto”Esta também faz parte das provisões de Jeová — uma provisão muito preciosa. (Mateus 24:45-47) S. 1/5/95, p.19

Obs – Devemos notar que a Sentinela acima, indica o texto de Mt. 24:45 a 47, a fim de dar base à afirmação que de que toda a matéria de estudo presente na “Sentinela” também é PROVISÃO DE JEOVÁ (uma provisão muito preciosa), logo, como a afirmação acima está em um a Sentinela, ela também é uma PRECIOSA PROVISÃO DE JEOVÁ, porém, o que devemos concluir quando lembramos (de novo) desta outra PROVISÃO DE JEOVÁ – NA BÍBLIA:

16 Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, 17 a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.

Com qual de tais “Provisões preciosas de Jeová” devemos ficar, visto que uma delas está MENTINDO?

Ao perceber isso, aí sim, uma certeza vem NATURALMENTE a minha mente:

Como é contraditório este Jeová das Testemunhas!

Poderia ir além, mas os exemplos acima já deixam claro que as TJ têm um Magistério (exercido pelo CG) e é graças a ele (e somente a partir do reinício de sua existência, o que, após o primeiro século, não voltou a ocorrer antes de 1870), que a Bíblia reassumiu sua condição de ser “proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça” (II Tm. 3:16)!?

Estudar a Bíblia, na páginas da Bíblia, resulta apenas em perdição para quem estuda, mesmo que sejam pessoas que, outrora, conheciam a Bíblia por intermédio das publicações do CG, mas que passam a estudar a Bíblia sem tais ajudas!

Notem o estrago que produz o estudo da Bíblia (que segundo ela mesma, mantém o homem de Deus “plenamente competente e completamente equipado” – IITm.3:16), sem qualquer outra ajuda, conforme esta outra Sentinela (que fala sobre TJ que deixaram a Organização e passam a afirmar que:

“…basta ler exclusivamente a Bíblia, quer em particular, quer em pequenos grupos em casa”.

Notem o que ocorre com tais pessoas:

“Mas, o que é estranho é que por meio de tal ‘leitura da Bíblia’ voltaram novamente para trás, para as doutrinas apóstatas que os comentários dos clérigos da cristandade estavam ensinando há 100 anos, e alguns até mesmo voltaram a celebrar novamente as festividades da cristandade, tais como as saturnais romanas em 25 de dezembro!”  S. 1/6/82, p.28-29, §14.

Isso mostra que as palavras de Russell, sobre o gravíssimo dano que o estudo da Bíblia, somente nas páginas da própria Bíblia causa, permanece vigente, pois, quando uma pessoa vai:

…somente à Bíblia, embora entenda a Bíblia por dez anos (…) ficará em trevas. (S.15/8/64, p. 511)!

Sendo assim, é claro que as TJ têm um Magistério, inclusive, a Bíblia só é um livro saudável para a humanidade, graças a ele, pelo menos, é esta a conclusão a que chego lendo as Sentinela citadas!

Têm as TJ uma – Tradição?

            Sem dúvida, as TJ têm, a exemplo dos Católicos, a chamada Tradição (ensinos que contam com “status” de “palavra de Deus”, mas que não estão na Bíblia).

– É verdade que tais “Tradições” não são exatamente iguais, afinal:

– Por meio da Tradição os Católicos aceitam ensinos extra bíblicos como sendo tão bíblicos quanto são os ensinos da Bíblia, pois, admitem, expressamente, que a Bíblia não é a única fonte de ensinos de Deus para a humanidade.

– Por meio da Tradição de sua religião, as TJ aceitam ensinos que são apenas alegadamente bíblicos, que podem até estar supostamente apoiados em textos bíblicos, mas que, na verdade, não são efetivamente bíblicos, são apenas ensinos que o CG chama de bíblicos em certos períodos, mas que, depois, são abandonados como sendo “verdades bíblicas” (podendo os readmitir a tal condição posteriormente, uma ou mais vezes, ou não!).

É, exatamente, a doutrina da “iluminação progressiva” (Pv. 4:18) que cria uma Tradição para a religião das TJ e os ensinos que fazem parte de tal Tradição transitam entre “ensino da Tradição” e “ensino Bíblico” conforme Jeová (defendem as TJ) vai enviando novos “lampejos de luz” sobre um mesmo tema. Vejamos um exemplo:

– A GERAÇÃO DE 1914 – A Bíblia fala sobre “geração”, mas a data “1914” não pode ser encontrada na Bíblia, ainda mais associada a “geração” – este ensino, incluindo o nome com o qual foi batizado, é fruto, exclusivo da Tradição das TJ, um ensino que muda e muda muito, como se vê no apanhado abaixo:

            A “verdade” sobre os membros desta geração serem “ungidos” ou “mundanos” está empatada em 3 a 3, portanto, já se vão 6 mudanças de entendimento quanto a este aspecto (em 3 períodos de tempo a “verdade” ensinada pelo CG e, consequentemente pelas TJ, foi de que os membros da “geração de 1914” seriam “mundanos”, entremeados por outros 3 períodos de tempo no qual a “verdade” passou a ser que eles seriam “ungidos” – que é “verdade” atual).

            Não bastasse isso, existe há expectativa que em algum momento no futuro o CG venha a alterar a data de 1914 e, portanto, tudo o que estiver atrelada a ela (incluindo a “geração de 1914”) poderá passar para outra data! Isso pode ser visto no Apêndice B1 da TNM (de 2015), onde vemos, abaixo do título (título muito significativo):

 “A Mensagem da Bíblia

uma ilustração que contêm a seguinte afirmação:

Obviamente, ao sugerir “1914 EC ou um pouco depois”, se está afirmando que este “ou pouco depois” (que já coloca em dúvida se a geração deve ser, realmente, chamada “de 1914”) pode resultar na escolha de uma outra data (posterior e próxima de 1914), logo, este ensino poderá passar a ser chamar: Geração “de 1915”, “de 1918”, “de 1920” entre alguns outros (dependendo do que se entenda “pouco tempo depois”).

Obs – Devemos perceber que se tal mudança ocorrer, na verdade, não será uma mudança de “Mensagem da Bíblia” (como afirma a TNM) pois, as verdadeiras “Mensagens da Bíblia” assim como o verdadeiro Jeová da Bíblia, não mudam (ver – Tg.1:17), logo, o que irá mudar será o ensino da Tradição TJ, o ensino do CG e não a mensagem da Bíblia que irá mudar!

–  Como se vê, os Católicos precisam do Magistério para ensinar o que cada uma das “palavras de Deus” que aceitam querem dizer e para harmonizá-las quando entram em conflito, já as TJ precisam do Magistério para as mesmas duas funções:

  • “dizer o que a Bíblia quer dizer em tudo o que ela diz” e, em especial,
  • “harmonizar as contradições que surgem entre a principal fonte de “palavra de Deus” das TJ – os escritos do CG e a Bíblia!

Concluindo: A doutrina das “novas luzes” é a origem dos piores males da religião das TJ, afinal:

– Ela torna RELATIVA todas as “verdade bíblicas” que hoje as TJ aceitam como verdades bíblicas, pois, a qualquer momento, pode vir uma nova luz que mude quaisquer dos  entendimentos atuais, inclusive, para posição que seja exatamente a oposta àquela que hoje é defendida e ensinada pelas TJ como sendo “aquilo que a Bíblia realmente ensina”!

– Em parte, ela torna necessário o Magistério (digo “em parte” porque, de qualquer forma, o CG precisa afirmar que a Bíblia é insuficiente para se colocar como sendo aquilo que falta para que a Bíblia se torne suficiente): O Magistério, em razão da “doutrina das novas luzes”, ganha o papel “harmonizador”, entre o entendimento que deixou de ser “verdade Bíblia” sobre algum tema, para o novo entendimento do que “a Bíblia diz” sobre este tema!

– Ela cria a Tradição: Constantemente as TJ estão abandonando entendimentos para adotar outros, sobre os mesmos temas bíblicos! Toda vez que isso ocorre, fica evidenciado que o entendimento abandonado não era  bíblico, ele era apenas aquilo que o CG, incorretamente, ensinava como tendo “base na Bíblia”, logo, era apenas ensino da Tradição TJ, sem base (verdadeira) na Bíblia!

E para mim o mais trágico fruto da “doutrina das novas luzes” é que ela impede (para sempre) as TJ de terem:

algo vital à vida de um cristão, falta que

as coloca em oposição a Jeová (e como promotores de Satanás) e, ainda,

as tornam, exatamente, aquilo que elas dizem não querer ser!

Notem (percebendo a correspondência entre as diferentes cores acima e abaixo):

2Sem conhecimento exato podemos ser enlaçados por ensinos falsos promovidos pelo opositor de Deus, Satanás, o Diabo, que é “mentiroso e o pai da mentira”. (João 8:44). Portanto, se certa doutrina contradiz a Palavra de Deus, se é uma mentira, então, crer nela e ensiná-la desacredita a Jeová e nos coloca em oposição a ele. Assim, temos de examinar cuidadosamente as Escrituras Sagradas para saber distinguir entre a verdade e a falsidade. (Atos 17:11) Não queremos ser como os que estão “sempre aprendendo, contudo, nunca podendo chegar a um conhecimento exato da verdade”. — 2 Timóteo 3:1, 7. S.1/6/88, p.15

Que tragédia!

No início desta postagem, após apresentar o que o Catecismo ensina sobre o Magistério e a Tradição eu afirmei:

Estou certo que qualquer TJ, assim como o CG, entende ser um absurdo este sistema Católico, absurdo revelado:

pela existência de fonte diversa de autoridade, além da Bíblia,

pela contradição entre as fontes (o que revela que Deus não é a fonte de nenhuma das fontes extra bíblicas),

pela prevalência de fonte extra bíblica quando em conflito com a Bíblia.

pela obrigação dos católicos aceitarem as interpretações e harmonizações do Magistério por mais que contrariem tanto a Bíblia quanto a lógica.

Em relação ao sistema Católico de fontes de “palavra de Deus”, estou muito certo, nenhuma TJ que leu este artigo sentiu qualquer dificuldade em julgar tudo o que se indica (em itálico)  acima, é um verdadeiro absurdo, porém, após você ter notado que em sua religião também há Magistério e Tradição, com as mesmas contradições e de se lembrar que Jeová não é Deus de confusão e, ainda, das trágicas conclusões a que se pode chegar pelo fato das TJ adotarem a doutrina da “iluminação progressiva”, conforme decorre da última Sentinela citado acima, a que conclusão você chega sobre sua religião?

Enxerga algum absurdo nela também ou só na religião Católica (em em todas as demais)?

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Discorda que haja em sua religião tanto o Magistério quanto a Tradição? Concorda que há um deles mas não o outro? Concorda que há ambos? Entende que fui desonesto em algum argumento que usei acima? Concorda com minhas conclusões e quer agregar outras? Encontrou alguma parte do texto que precisa de correção em sua escrita? Escreva para mim (por mensagem no Blog ou escreva um e-mail para – 1tessalonicenses5:21 @gmail.com). Desde já, agradeço.

Nota Legal – Os Artigos deste Blog estão protegidos pela Lei de Direitos Autorais. A reprodução de partes dos artigos é permitida desde que, citada a fonte e com indicação do link do artigo de onde foi retirada citação.

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