CARTAS ABERTAS – Corresp. 3 – AOS DESCENDENTES DA TJ “ENGANADA” POR JEOVÁ®

CARTAS ABERTAS – Corresp. 3 – AOS DESCENDENTES DA TJ “ENGANADA” POR JEOVÁ®

24 de abril de 2019 Cartas Abertas Todos os Artigos 8
Brasil, 23/04/2019
Caros Familiares:
             Recentemente, lendo uma antiga revista “A Sentinela” (de 1/9/1967, pp. 534  – publicada pela Sociedade Torre de Vigia – STV), me deparei com uma breve menção do falecido ascendente de vocês (que é descrito apenas como um “irmão pioneiro que servia no Sul da Nova Zelândia e que contava com 87 anos de idade) e foi tal leitura que me incentivou a escrever-lhes esta carta aberta, na qual vou fazer algumas presunções sobre o falecido e sua forma de pensar, a partir das poucas informações que tenho sobre o mesmo (caso discordem de minhas conclusões ou, até mesmo, tenham informações dadas pelo próprio falecido que as contrariem, peço que indiquem em quais pontos falhei ao presumir).   
        Não sei se vocês ou alguns de vocês, são, foram ou pensam em ser  Testemunhas de Jeová (JV), porém, seja como for, com base em tudo o que irei expor nesta carta, ao final, os convidarei a (re)pensar a correção da decisão de: permanecer(em) ou de ter(em) deixado de ser ou, ainda, de, passar(em) a ser TJ, bem como a todas as demais pessoas que vierem a lê-la.
O título do artigo que faz menção ao ascendente de vocês é “Dum Estado Fraco . . . Feitos Poderosos” que trata, basicamente, da possibilidade de desânimo que servos de Jeová podem vir a ter e da força que podem encontrar em Jeová para prosseguir.
É neste contexto (e abaixo do Subtítulo – “Confie no Espírito de Jeová”) que a rápida menção referida aparece, no §26, que transcrevo em parte abaixo a fim de analisar (em especial o trecho que destaquei em negrito):
26Há um irmão pioneiro, que ainda serve no sul da Nova Zelândia, com oitenta e sete anos de idade, e sua fiel esposa pioneira é até mesmo alguns anos mais velha. Vendeu seus negócios em 1914, de modo que pudesse aproveitar pelo menos alguns meses do serviço de “colportor” pioneiro antes de se dar o grande desastre esperado, no outono (hemisfério norte) daquele ano. Ele gosta muito de citar Jeremias 20:7: “Tu me enganaste, ó Jeová, de modo que fui enganado.” Pois, embora esperasse que seu serviço de pioneiro na terra fosse apenas por uma época breve, tem-se estendido a mais de cinqüenta anos recompensadores, junto com provas e vitupérios. E, segundo os últimos relatórios, êle ainda está “forte”, como Sansão.
Foi bastante interessante e curioso saber que o falecido se apropriava de uma expressão bíblica a fim de traduzir seu sentimento em relação a data de 1914 e é sobre isso que gostaria de refletir com vocês, partindo da análise do trecho acima (que irei transcrever novamente abaixo, em partes menores, para poder comentar) e, a partir de tais trechos, lhes dar uma ciência mais completa, citando outras publicações das TJ, do que se passou nos anos anteriores a 1914 e naquele ano, especificamente, a fim de justificar as presunções a que cheguei, em especial, aquela referente a razão pela qual o falecido citava o texto de Jeremias  ao se referir a 1914.
26Há um irmão pioneiro, que ainda serve no sul da Nova Zelândia, com oitenta e sete anos de idade, e sua fiel esposa pioneira é até mesmo alguns anos mais velha.
A idade do falecido e de sua esposa devem estar atualizadas com a data da em que a revista foi publicada, isso é, 15/2/67 (data da versão em Inglês que, naquela época, sempre “circulava” primeiro que a versão em Português).
Assim, se no início do ano de 1967 o falecido contava com 87 nos anos, “no entorno” de 1914 a idade aproximada seria de 35 anos.
Vendeu seus negócios em 1914, de modo que pudesse aproveitar pelo menos alguns meses do serviço de “colportor” pioneiro antes de se dar o grande desastre esperado, no outono (hemisfério norte) daquele ano.
Ao que tudo indica o falecido não era pessoa muito abastada, afinal, embora aos 35 anos ela já fosse possuidor de “negócios”, o valor obtido com a venda de tais “negócios” seria capaz de mantê-lo (e a esposa, se já fosse casado) por apenas “alguns meses”.
         Além disso, é possível presumir que tais “negócios” foram obtidos em época na qual ele já era uma TJ, afinal, aos 35 anos já tinha o cargo de “pioneiro”, função que, certamente, não lhe foi designada logo após ter se batizado como TJ.
Mas, o que será que o motivou a vender seus “negócios” em 1914 e porque não fez isso antes de 1914?
         Sobre isso o texto informa apenas que ele (e, certamente, todas as demais TJ daquela época) esperavam um “grande desastre” e tal desastre tinha época certa para ocorrer o – outono (considerando o hemisfério norte do globo terrestre) de 1914.
         Para entender melhor do que se tratava essa “grande catástrofe” será necessária uma investigação mais profunda daquilo que as TJ acreditavam que ocorreria em 1914 mas, a segunda parte da questão acima já pode ser presumida de imediato:
– O falecido só veio a vender seus negócios, no próprio ano de 1914 (e não antes disso), em razão de um planejamento que fez no qual considerou: qual seria o valor obtido com a venda de seus “negócios” e por quanto tempo tal valor permitiria suprir suas necessidades materiais e de sua esposa – foi essa a razão de ter vendido seus “negócios” “dentro” de 1914 e não antes disso – e é certo que após o “grande desastre” nem ele, nem sua esposa e mais nenhum humano teria necessidade de contar com “reservas de dinheiro” para prover a própria sobrevivência.
Respondido isso, analisemos o “grande desastre” esperado. Partindo apenas do parágrafo ora considerado, o que consigo presumir é:
– O falecido vendeu seus negócios para ter todo o tempo para se dedicar à designação de pioneiro, logo, aquilo que ele tinha para falar as pessoas era algo que, de alguma forma: ou lhes livraria dos danos causados pelo desastre, ou lhes ajudaria a sobreviver a tal desastre ou prepararia para uma nova chance após o desastre (algo como garantir uma ressurreição futura).
 
Na verdade, aquilo que era esperado para 1914 foi fruto das afirmações de um homem – CT Russell, o fundador do movimento que veio a se transformar (entre outros) nas TJ de hoje.
Suas obras mais conhecidas (Série de livros chamada de “Aurora do Milênio” que depois veio a ser rebatizada com o nome de “Estudo das Escrituras”) tratam do tema logo no 2º Volume (O tempo Está Próximo, pg.101, versão de 1889). Ali pode ser lido:
“Portanto, não fique surpreendido quando em capítulos subsequentes apresentarmos provas de que o estabelecimento do Reino de Deus já começou, que é indicado nas profecias como previsto para começar o exercício de poder em 1878 A.D., e que a “batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso” (Ap. 16:14), que terminará em 1914 A.D., com a destruição dos atuais reinos da terra, já começou.” –
Aí está a resposta: “grande desastre” = “Armagedon”. Sobre este acontecimento a Sentinela a seguir citada (publicada em inglês) “pinta”, em “cores bem vivas” o que irá ocorrer em 1914:
Nunca antes em toda a história humana terão sido mortas tantas criaturas. O sangue, representando as vidas humanas derramadas, correrá profundo e ao longo de uma vasta distância. Revelação 14:20 descreve a imagem aterradora, dizendo: “E o lagar foi pisado fora da cidade [a organização de Deus], e saiu sangue do lagar, até à altura dos freios dos cavalos, ao longo de um distância de mil e seiscentos estádios [ou, 200 milhas].” A decisão judicial de Jeová será executada até ficar completa. As nações e as suas uvas de iniquidade serão pisadas até deixares de existir, para deixar a terra como um lugar purificado para os justos ocuparem e desfrutarem. Nem toda a carne estará nesse lagar simbólico. Nem toda a carne terá o seu sangue vital pisado e lançado fora do lagar. Existem aqueles que fazem de Jeová o seu refúgio e a sua fortaleza. Estes serão mantidos em segurança e serão preservados quando Jeová, através do seu Rei Jesus Cristo, esmagar os seus exércitos e os Seus inimigos no lagar ou “vale da decisão.”… Eles olharão para baixo com espanto, a partir dos seus altos seguros, para o vale da decisão, e testemunharão como Jeová obterá a sua magnífica vitória por Cristo sobre todas as nações combinadas da organização visível de Satanás.”
1/12/1961, pp. 725, 726
 
Após ler isso, concluo que a Sentinela que estou analisando foi até comedida em denominar o evento, apenas, de “grande desastre” (era bem mais do que isso o que era esperado).
Fica respondido, também, o que pretendia o falecido ao pregar em tempo integral: alcançar o maior número possível de “perdidos” a fim de que se livrassem da carnificina que ocorreria ainda naquele ano de 1914!
         Isso também revela que, não obstante a preocupação consigo mesmo e com sua esposa (que lhe impediu de vender seus “negócios” antes de 1914) foi muito nobre a ação do falecido – ele realmente acreditava que tudo aquilo iria ocorrer naquele ano e por isso buscou se tornar um “salva vidas” de tempo  integral!
Vejamos mais um trecho da Sentinela que estou comentando:
Ele gosta muito de citar Jeremias 20:7: “Tu me enganaste, ó Jeová, de modo que fui enganado.”
O profeta Jeremias, quando afirmou aquilo que se lê acima, certamente, não gostou nem um pouco de ter que expressar tais palavras já o falecido, segundo a Sentinela, “gosta muito” de as afirmar (tenho sérias dúvidas sobre a correção dessa informação! Algum de vocês sabem mais a respeito disso?)
– A primeira pergunta que me fiz ao ler esta afirmação que foi:
Porque o falecido não afirmava:
Tú me enganastes ó Russell, de modo que fui enganado?
– Afinal, o que Jeová tinha a ver com a frustrada expectativa das TJ daquela época?
Realmente, não consigo entender alguém que conhece a Bíblia e, mesmo assim, consegue dar crédito a alguém que se propõe a afirmar que o “fim do mundo” correrá EM TAL DATA! – Será possível que o falecido nunca leu At. 1:7?
 
6 Tendo-se eles então reunido, perguntavam-lhe: “Senhor, é neste tempo que restabeleces o reino a Israel?” 7 Disse-lhes ele: “Não vos cabe obter conhecimento dos tempos ou das épocas que o Pai tem colocado sob a sua própria jurisdição;…
ou Mateus capítulo 24, no qual Jesus compara sua vinda aos dias de Noé para mostrar que a destruição viria de SURPRESA! Notem:
37Pois assim como eram os dias de Noé, assim será a presença do Filho do homem. 38 Porque assim como eles eram naqueles dias antes do dilúvio, comendo e bebendo, os homens casando-se e as mulheres sendo dadas em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, 39 e não fizeram caso, até que veio o dilúvio e os varreu a todos, assim será a presença do Filho do homem.
Antes de continuar juntado argumentos para reprovar a afirmação de que “Jeováenganou o falecido”, porém, percebi que, para entendê-lo, teria que tentar pensar “com a mente dele”.
Baseado na afirmação que ele fazia fica fácil de entender: para ele, os escritos de Russell eram escritos de Jeová, eram a voz de Jeová, logo, se a data falhou, ao acreditar nela, quem o enganou não foi Russell, foi sim, Jeová (Russell seria apenas um “porta voz” da incorreta data que recebeu de Jeová)!
E a razão pela qual o falecido (e as todas as TJ de sua época) tinham essa convicção tão forte, era bem evidente: a literatura das TJ, em especial após a morte de Russell, indica como ele era encarado entre as TJ (Sentinelas, em Inglês):
 
 “Não há ninguém hoje na verdade atual que possa honestamente dizer que recebeu conhecimento do plano divino de qualquer outra fonte além do ministério do irmão Russell, direta ou indiretamente.”
S. 1/5/1922, p.132
“Cremos que todos os que estão agora se regozijando na verdade atual concordarão que o irmão Russell ocupou fielmente o cargo de servo especial do Senhor e que foi feito governante sobre todos os bens do Senhor.”
S.1/3/1923, p.68
Obs – A referência em negrito acima é ao “escravo” mencionado em Mt.24:45 (que hoje as TJ identificam como sendo seu Corpo Governante) e se vocês observarem o texto de Mt. 24:45 verão que qualquer pessoa ou grupo que avocar para si tal título, realmente, nada mais será que um “porta voz” do alimento provido por Jesus! Notem:
“Quem é realmente o escravo fiel e discreto a quem o seu amo designou sobre os seus domésticos, para dar-lhes o SEU alimento no tempo apropriado? (o alimento que o “escravo” dá aos domésticos é DO AMO, não se trata de uma produção do próprio “escravo”)
Ao pensar “com a cabeça” do falecido ascendente de vocês, faz sentido entender porque ele afirmava que Jeová lhe enganou, pois, é exatamente assim que ele se sentia, enganado! Vejamos o restante do texto da Sentinela que estou analisando nesta carta:
Pois, embora esperasse que seu serviço de pioneiro na terra fosse apenas por uma época breve, tem-se estendido a mais de cinqüenta anos recompensadores, junto com provas e vitupérios. E, segundo os últimos relatórios, êle ainda está “forte”, como Sansão.
Não consigo concordar com esta conclusão da revista! Para mim ela desvia e perverte completamente o foco:
– O sentimento de engano teve a ver com a não ocorrência daquilo que Russell profetizou para ocorrer em 1914!
– O sentimento de engano teve a ver com a venda dos negócios que proviam sua subsistência e da frustração do planejamento que fez a fim fazer coincidir o fim da reserva financeira que obteve com a venda de seus “negócios” com o “fim do mundo”!
– O sentimento de engano teve a ver que o fato de que teve que reconstruir sua vida financeira do zero, em razão de ser falso aquilo que o motivo a tomar sérias decisões!
 
Não sei se concordam mas, para mim, soa como um insulto à memória do falecidoler que ele, em outras palavras, entendeu que Jeová está lhe prometendo uma aposentadoria do cargo de pioneiro em 1914 e que o mesmo, quando se viu obrigado a continuar trabalhando na função, passou a entender que Jeová o enganou!
Como o fracasso da profecia de Russel não destruiu a fé do falecido em sua religião e nem em seu líder (o que seria bem legítimo e, diria eu, até obrigatório de acordo com a Bíblia) o mesmo, naturalmente, continuou entendendo que a obra de “salvar vidas” era necessária, pois, embora tendo falhado a data para o “grande desastre” este ainda viria, logo, a sua tarefa, naturalmente, tinha que continuar (depois de ter vendido suas fontes de renda para “salvar vidas” entender que o falecido dizia que Jeová o enganou porque teria que continuar fazendo a mesma obra é, data vênia, um ultraje que ainda vai piorar no restante do parágrafo:
Será que preferiria que as coisas fossem diferentes? Não!
Não! É evidente que ele queria que as coisas fossem diferentes e as maiores provas disso são:
– o fato de não ter vendido seus “negócios” em 1913, 1912 ou em data anterior (como já dito, a venda foi programada para que ele a esposa ficasse sem dinheiro quando dinheiro não fosse mais necessário).
– se ele não queria que as coisas fossem diferentes porque afirmar: “Jeová me enganou”? Se assim fosse ele deveria afirmar: “Jeová fez tudo para manter a situação como eu gostaria que ela ficasse” (leia-se: frustrado por uma falsa profecia, tendo que recomeçar a vida financeira do zero e se sentido enganado por Jeová)!
O final do parágrafo afirma:
Ademais, incentiva os jovens a ter o mesmo conceito que êle tinha lá em 1914.
  A qual dos conceitos que o falecido tinha em 1914 que a revista se refere?
– Que nas futuras e novas datas que viessem a ser fixadas para ocorrência do “grande desastre”, programassem a venda de seus “negócios” de tal forma fazer coincidir o fim do dinheiro com o fim do mundo? e/ou
– O de desprezar os alertas bíblicos de que “aquele dia e hora ninguém sabe” para acreditarem em outras datas que viessem a ser fixadas pelo “escravo” e/ou
– Continuarem acreditando nos escritos de Russell, em razão dele ser o “escravo” de Mt. 24:45?
 
É certo que o “conceito” mencionada não é nenhum desses!
O conceito que deve estar na mente do escritor da Sentinela analisada é: Não importa se nossos líderes fixam datas para eventos bíblicos que nada acontecer, o que importa é: independentemente de qualquer coisa, acreditem que a STV é a organização de Jeová na terra e que, por isso, devem ser totalmente submissos a ela!
Encerrando esta carta, pego “gancho” no “conceito” acima a fim de trazer a reflexão que indiquei no início desta:
Passar a ser TJ? Deixar de ser TJ? Voltar a ser TJ?
Creio que não ficou nenhuma dúvida de que Russell (desprezando que apenas  Deus sabe quando será o Armagedon), fixou data para o evento e, portanto, fez uma profecia.
Obs – Importante ressaltar que Russell afirmava que a data de 1914 para o término do Armagedon não era uma data dele (Russell) mas sim que era uma data de JEOVÁ! Na sessão de perguntas dos leitores da revista Sentinela indicada abaixo, foi questionado de Russell a possiblidade de ser alterada a data de 1914 e as data correlatas. Respondeu Russell:
“Nós não vemos nenhuma razão para alterar as datas e nem poderíamos mudá-las, mesmo que quiséssemos. ELAS SÃO, ACREDITAMOS, AS DATAS DE DEUS, NÃO AS NOSSAS. Mas convém ter em mente que o fim de 1914 não é o tempo para o começo, mas para o fim do tempo de angústia.”
S. 15/6/1894, p. 226-231 [na versão reimpressa, pág. 1677]
Nem aos discípulos de Jesus cabia conhecer “períodos e épocas”, já para Russell Jeová informava datas!
– Na sequência poderia citar Dt. 18:20 (que nos dá a fórmula mais prática que existe de reconhecer um falso profeta) mas, melhor do que isso, será citar um INACREDITÁVELtrecho de uma revista Despertai, que aconselha, fortemente, a se tomar as seguintes decisões:
 
Nunca se tornar, deixar imediatamente de ser e nunca voltar a ser TJ – conselho que, se pudesse, daria ao falecido ascendente de vocês:
“É verdade, tem havido aqueles que no passado predisseram um ‘fim do mundo’, até mesmo anunciando uma data específica. …Contudo, nada aconteceu. O ‘fim’ não veio. Eles foram culpados de profetizar falsamente. Porquê? O que faltou? …Faltando a essas pessoas, estavam as verdades de Deus e a evidência de que ele as estava guiando e usando.”
 
Como disse – INACREDITÁVEL! – A própria STV chamando seu fundador de falso profeta, de alguém que não tinha “as verdades de Deus” e nem a “evidência de que Jeová o estava guiando e usando”!
 
Pois é, caros familiares! Como acreditar que a única organização de Jeová na terra renasceu com um falso profeta, que não tinha as verdades de Deus, que não era guiado e nem usado por Jeová?
Obs – E parece que o próprio Russell deu sinal claro de que era um falso profeta ao anunciar aquilo que a Bíblia proíbe e ainda transformar tal anunciação uma data “de Jeová”(a falsidade profética de Russell gritava – bastava ouvir)!
 
Por fim, lembro que ao invés de mandar seguir e de estar na religião fundada por um falso profeta, o que Jesus alertou foi:
Vigiai-vos dos falsos profetas que se chegam a vós em pele de ovelha, mas que por dentro são lobos vorazes (Mt. 7:15).
Era isso o que tinha a lhes escrever, esperando que considerem tudo o que escrevi acima a fim de fazerem a reflexão proposta. Assim como o Apóstolo Paulo, espero que não me encarem como inimigo, pois, busquei lhes falar apenas a verdade (Gl. 4:16), raciocinando com base nas citadas literaturas das TJ e nas Escrituras (At.17:2).
 Att.
 2Ts. 5:21
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Quer responder? Quer comentar? Quer discordar (no todo ou em parte)? Quer sugerir alguma melhora no texto? Quer indicar alguma necessária correção gramatical?
 
Escreva para mim – 1tessalonicenses5.21@gmail.com (desde já, agradeço)

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8 comentários

  1. Unknown disse:

    Bom dia parabéns pelos artigos tem mi, ajudado muito em responder as Tj.
    Muito conhecimento você tem sobre as Tj é como se você soubesse o que elas pensam e como agem instintivamente em defesa daquilo que te como verdade. Continue nos ajudando pois através de seus artigos eu concegueir deixar alguna tj em dúvida se tem a verdade. Isso é muito importante para aqueles que querem aprender com você obrigado.

  2. Olá Desconhecido(a) – Muito obrigado pela visita ao Blog e pela mensagem de incentivo.

    Lembro que hoje muitas pessoas que outrora eram católicos e evangélicos só passaram a ser TJ porque, um dia, tiveram a liberdade de dar ouvidos a alguém que expunha doutrinas muito diferentes daquelas que acreditavam e hoje, tais novos TJ, pela orientação de seu líder máximo – O Corpo Governante – taxam de apostata toda a afirmação que contrarie suas crenças e com isso ficam com as mentes blindadas, ou seja, a liberdade que tinham antes de serem TJ, hoje foi removida de suas vidas!

    É contra tal blindagem mental que este Blog se volta, daí a escolha de seu nome ser a ordem bíblica – Certificai vos!

    É bom saber que, para além da Web, os argumentos usados nos artigos têm sido levados às TJ pelos leitores.

    Te convido a participar ativamente do Blog, sugerindo, criticando, propondo melhorias e temas.

    Grande Abraço

    Att. Its 5:21

  3. Alberto disse:

    Mais uma vez, sensacional! As TJ's não conhecem as próprias publicações. Não há remendo que consiga explicar os malabarismos da Torre, mesmo quando tentam filtrar as publicações antigas, há contradição.

  4. kk disse:

    Gostaria de saber como posso obter essas publicações antigas (sentinela/despertai) citadas acima para poder mostrar para uma amiga TJ. Agradeço muito pelo compartilhar

  5. Unknown disse:

    Boa tarde professor certificai-vos. Espero que volte a postar artigos tão excecional e esclarecedor sobre as Tjs para ficar claro o grande engano que estão vivendo.

  6. Olá Desconhecido(a) – Realmente, faz tempo que não escrevo para postar no Blog (a bem da verdade, fazia muito tempo que se quer o acessava). A partir de hoje estarei retomando a escrita de artigos, ainda que seja na velocidade de uma tartaruga anêmica mas, ainda assim, retomando esta atividade. Diria que em breve (quem sabe ainda hoje) posto um novo artigo. Agradeço sua visita e incentivo a divulgar este trabalho a fim de que valorosas TJ tenham a oportunidade de se "certificar de todas as cosias".

  7. Olá KK – Desculpe a demora e responder e muito obrigado por visitar o Blog. Uma busca no Google é o melhor forma para se obter publicações antigas das TJ. Além disso, existe o CD Rom que as próprias TJ disponibilizam (em português a partir da década de 60 do século passado e em inglês a partir de década de 50) Se tiver alguma publicação específica que gostaria de ter, me avise que tendo obtê-la para vc. Fique na paz do Príncipe da Paz, aquele que era, que é, e que sempre será – o pai da eternidade (Is. 9:6)

  8. Olá Alberto. Obrigado pela visita ao site e pelo elogio. É exatamente porque as TJ desconhecem a própria história que usei a capa do livro que se vê ao fundo, para lembrá-las que que existe autorização bíblica para que se Certifiquem de todas as coisas. Mais uma vez obrigado pela visita e peço que divulgue o Blog a fim de que mais TJ possam, ao menos, se certificarem da qualidade do "alimento espiritual" do CG.

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